A militância “Luísa Mell” do militarismo de direita – A sorte está lançada

Há alguns meses, após o caso da invasão do Instituto Royal por grupos de ativistas pró-direitos dos animais, circulou, Facebook afora, um vídeo da intelectual de boutique Luísa Mell explicando, entre outras coisas, as razões pelas quais a invasão aconteceu e os motivos da luta desses ativistas pelo fechamento do supracitado instituto de pesquisas pré-clínicas. Não muito tempo depois, o semi-famoso vlogger neo-ateu Yuri Grecco, em um de seus raros momentos de genialidade (o que também ocorreu quando falou sobre a educação brasileira, ou seja, mais de ano antes do vídeo sobre Luísa Mell), postou, em seu canal no YouTube, uma exemplar refutação a todo o histrionismo e histerismo ativista de Mell, cujas únicas qualificações, até hoje, parecem ter sido apenas ter apresentado um programa sobre o tema na RedeTV, se eu não estiver enganado.

Já quando vi o referido vídeo de Grecco (e especialmente após a deixa de Luciano Ayan), pude perceber que se tratava, realmente, de uma ótima arma para se usar contra toda forma de ativismo burro, id est, especial e principalmente contra o ativismo da esquerda brasileira, mestra em agir em nome de ideais distorcidos, informações falsas e palpitaria pura e simples.

Yuri Grecco e Mussum mostrando como se deve reagir a comentários mellianos.

Yuri Grecco e Mussum mostrando como alguém que use dois neurônios do cérebro ao menos uma vez na vida fica perante comentários parecidos com os de Luísa Mell.

Entretanto, eu não poderia esperar que teria de usar o vídeo de Grecco justamente contra setores da dextera brasileira, conhecida e reconhecida por tradicionalmente nada entender sobre guerra cultural e militância política. Estes setores, do alto de sua ingenuidade (apesar de todos os avisos de gente como Olavo de Carvalho, Luciano Ayan, Reinaldo Azevedo e Flávio Morgenstern), resolveram, agora, não só idolatrar uma jovem incauta cujo único mérito foi ter feito um vídeo contra a ação black-bloc como também apoiar a iniciativa desta jovem e de outros militaristas de reviver a chamada “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”, desta vez com o acréscimo de “O Retorno” (que não fica bom nem em título de filme do Batman) ao nome da referida marcha.

Como os leitores devem prever, sou totalmente a favor… de que se promova esta Marcha. Afinal, após ouvir, durante tantos anos, toda a papagaiada antimilitar da esquerda e ver que, para eles, os militares não podem sequer serem defendidos mesmo nos pontos em que foram ululantemente mais virtuosos do que a nossa democracia, percebi que não é calando vozes que se poderá chegar a qualquer tipo de verdade ou, ao menos, de interpretação um pouco mais honesta sobre a realidade.

Contudo, nem por isso posso negligenciar os erros dos que estão apoiando a tal Marcha, muitos deles também já apontados por Luciano Ayan em duas ocasiões diferentes. Isto dito, concordo com meu amigo cético político ao dizer que sou radicalmente contra qualquer tipo de intervenção militar no Brasil enquanto existir a menor forma possível de se aniquilar ou de, pelo menos, tornar mais são e menos propensos ao apoio a totalitarismos perversos a mídia e o ambiente acadêmico brasileiros.

Ocorre, no entanto, que um setor da direita, ávido por nova intervenção militar – que, particularmente, não chamaria de “golpe” nem de “revolução”, mas de “contragolpe”, se muito -,  não pensa do mesmo jeito e, inclusive, parece se esquecer de que totalitarismo é uma atitude típica das esquerdas ao reclamar de como os antiesquerdistas não estão, em massa, apoiando a Marcha e louvando, sem qualquer questionamento, os esforços por um novo governo militar e, ainda pior, cometendo a verdadeira heresia de ridicularizar tais nobres esforços.

É então que entramos no fator “Luísa Mell” dessa militância. Creio ser ponto pacífico que não podemos definir a ação no Instituto Royal senão como fruto da absoluta falta de precaução, de conhecimento sobre os procedimentos internos do Instituto e de consideração a aspectos relevantes para se fazer um tipo de ativismo respeitável e razoável e para se considerar os ativistas dignos da discussão.

O mesmo acontece com esses setores de direita. O que nossos amigos da dextera aparentemente não percebem (ou mesmo não querem perceber) é que, ao apoiarem um possível novo contragolpe, o que dão é, como bem apontado pelo já citado Ayan, munição para que as esquerdas aumentem ostensivamente a eficiência de suas militâncias contra toda e qualquer ideia que divirja do extremo da extrema-esquerda sobre o pretexto de que são ideias de direita e, portanto, que, algum dia, serão usadas para atentar contra a democracia (como se a própria esquerda tivesse concepções totalmente honestas sobre este regime, mas isto é outro papo).

Da mesma forma, o que esse setor direitista repentinamente tarado por uma farda parece querer demonstrar é que, de fato, ainda não entenderam que a disputa política é cultural e que, por incrível que pareça, não é benéfico à esquerda se movimentar bruscamente em prol da instalação de um totalitarismo aos moldes stalinistas exatamente porque, até o momento, a esquerda ainda não foi derrotada nem nas urnas nem no campo da mídia. Há, portanto, o tempo justo para que se intensifique a guerra cultural contra a mentalidade totalitarista, o que um golpe militar pode fazer naufragar em dois tempos.

Por fim, aliás, é justamente esse o último fator que a direita não considera: Serão os militares de hoje os mesmos de antes? Serão eles capazes, após tantos anos propaganda antimilitar para os jovens, de se manterem no governo sem uma militância numerosa que os apoie quando a situação começar a ficar tensa? E, especialmente, terão a capacidade de criar políticas culturais eficientes contra a hegemonia esquerdista na mídia?

Esse ramo da direita, então, parece estar adotando, para a questão da intervenção, a máxima de César antes de engajar-se em batalha pela liderança da então república romana: “A sorte está lançada”. César, porém, ao contrário dessa direita, já tinha tudo meticulosamente planejado para quando conquistasse o governo, o que se comprovou pelos grandes resultados que alcançou tanto durante sua regência quanto muitos séculos depois do fim trágico desta. Espero sinceramente que seja nele, e não em Luísa Mell, caso tenham sucesso, que os militaristas se baseiem.

Sobre o Autor: Octavius é professor, graduando em Letras, polemista medíocre e estudante diletante de Filosofia. Aos 17 anos, militava pela esquerda contra os militares. Só depois aprendeu que os próprios militantes pró-militares já estão fazendo isso melhor do que as esquerdas.

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20 comentários

  1. Mano… A analogia entre a Marcha e o caso “Luísa Mell e os Beagles” é absolutamente absurda. Um se trata de um mecanismo LEGÍTIMO de defesa da democracia, pois é dever das Forças Armadas zelar por esta quando ela se vê ameaçada pelo governo; o outro caso é de apologia ao crime e invasão de propriedade privada. Não há um único fator em comum, nem mesmo uma “militância desinformada”.

    Como já comentei, essa “guerra cultural” já foi totalmente perdida e não há a menor chance de se reverter os males causados pelo progressismo no país. Antes seria necessário alfabetizar a população, tarefa que levaria décadas.

    O receio de que o apoio aos militares forneça munição aos argumentos esquerdistas também não condiz. Primeiro que jamais houve um golpe em 1964 e sim uma intervenção, sem se disparar um único tiro sequer. Depois que a democracia existiu em todo período do regime militar; o único ditador no Brasil foi Getúlio Vargas. Não há absolutamente nada calcado em fontes históricas primárias que deponha contra 1964. O resto é revisionismo esquerdista para atacar “ditaduras de direita”, um termo tão desconexo como “Natal em julho”.

    O maior problema desta Marcha é a organização apressada, a falta de apoio e a ausência de um contexto geral que possibilite-a ser tão sucedida como em 1964. Entre os fatores deste contexto, realço um contingente de liberais consistentes que dêem respaldo para as mudanças no país. Entretanto, a falta desse público se explica pelo avanço do progressismo.

    Fato é que no grau que gramscismo atingiu no Brasil, somado ao uso de urnas eletrônicas totalmente fraudulentas, o PT JAMAIS sairá do poder. Qualquer “perrengue” que o partido passe será sempre uma demonstração de falsa vulnerabilidade, para incitar o ataque dos oponentes e revelar as fragilidades dos mesmos.

    1. Davi,

      “Mano… A analogia entre a Marcha e o caso “Luísa Mell e os Beagles” é absolutamente absurda. Um se trata de um mecanismo LEGÍTIMO de defesa da democracia, pois é dever das Forças Armadas zelar por esta quando ela se vê ameaçada pelo governo; o outro caso é de apologia ao crime e invasão de propriedade privada. Não há um único fator em comum, nem mesmo uma “militância desinformada”.”

      Eu até concordaria com você neste primeiro ponto, mas o caso é que há, sim, uma boa parte dos militantes militaristas que não estão bem informados at all. Lembre-se, a via olavette não é a única para se começar a gostar dos militares. Muitos populares, inclusive, nunca leram Olavo nem nada sobre política e, ainda assim, sentem saudades dos militares. Essas pessoas podem não ser de direita, mas que politicamente estão muito mal informadas, isso estão.

      “Como já comentei, essa “guerra cultural” já foi totalmente perdida e não há a menor chance de se reverter os males causados pelo progressismo no país. Antes seria necessário alfabetizar a população, tarefa que levaria décadas.”

      Ainda assim, existe como barrar o PT apenas com a ajuda que já temos hoje. Lembre-se de que o real problema não é apenas que o PT esteja na presidência, mas também que não exista uma oposição firme, ao estilo Bolsonaro, Feliciano e outros, no Congresso. Com essa oposição fortificada, poderíamos evitar até mesmo falcatruas na nomeação de ministros do STF, o que já é um passo importante.

      “O receio de que o apoio aos militares forneça munição aos argumentos esquerdistas também não condiz. Primeiro que jamais houve um golpe em 1964 e sim uma intervenção, sem se disparar um único tiro sequer. Depois que a democracia existiu em todo período do regime militar; o único ditador no Brasil foi Getúlio Vargas. Não há absolutamente nada calcado em fontes históricas primárias que deponha contra 1964. O resto é revisionismo esquerdista para atacar “ditaduras de direita”, um termo tão desconexo como “Natal em julho”.”

      E quem disse que os esquerdistas precisaram de “fontes históricas” primárias para revisitar 1964? Ora, Davi, sabe tão bem quanto eu que a base da estratégia da esquerda foi, justamente, a tomada do movimento editorial e da intelectualidade. Daí para convencer os mais novos de que foi uma ditadura de direitistas hidrófobos que não gostavam de democracia é um pulo. O que a direita precisa não é de um golpe, mas de uma militância bem organizada e bem fundamentada que segure a barra. E, lembre-se da minha última pergunta: Será que os militares de hoje são os mesmos de antes? Será que esses militares manjam algo de guerra cultural? Será, também, que eles próprios não foram afetados pelo progressismo?

      “O maior problema desta Marcha é a organização apressada, a falta de apoio e a ausência de um contexto geral que possibilite-a ser tão sucedida como em 1964. Entre os fatores deste contexto, realço um contingente de liberais consistentes que dêem respaldo para as mudanças no país. Entretanto, a falta desse público se explica pelo avanço do progressismo.”

      Aqui concordamos em boa parte. Só ressalto que, antes, a porcentagem da população que se interessava por política era muito maior do que a de hoje. O problema do Brasil, antes de qualquer progressismo, é a descrença ilimitada na política sob o pretexto exato de que nada mudará por mais que se faça a movimentação política.

      “Fato é que no grau que gramscismo atingiu no Brasil, somado ao uso de urnas eletrônicas totalmente fraudulentas, o PT JAMAIS sairá do poder. Qualquer “perrengue” que o partido passe será sempre uma demonstração de falsa vulnerabilidade, para incitar o ataque dos oponentes e revelar as fragilidades dos mesmos.”

      Não vou questionar a parte das urnas fraudulentas (apesar de que poderia, pois isso me cheira mais a conspiracionismo do que a qualquer outra coisa), mas mesmo isto pode ser revelado se a oposição no Congresso crescer assustadoramente. Ficaria, de outra forma, um caso Obama, em que, muito estranhamente, apesar de o eleito ter sido Democrata, a maioria dos parlamentares continuará sendo, provavelmente, Republicana.

  2. Essa turma que almeja por um golpe militar novamente, em geral, acha que o momento histórico de hoje é tão ruim quanto o que vivemos em 1964; mas não é igual, é muito pior.

    Em 1964 a esquerda planejava um golpe, numa época em que as pessoas tinham medo do comunismo, por conta da guerra fria, da propaganda, etc. Era um tempo no qual a esquerda era carrancuda e mostrava sua verdadeira face, a face de bandidos, autoritários, etc. Hoje, tudo é bem diferente. A esquerda fez um excelente trabalho, e agora as pessoas não têm mais medo da esquerda, elas têm até maior apreço por ela. E a turma que não viveu o regime militar, que não faz ideia do que realmente aconteceu, simplesmente acredita na propaganda sobre a ditadura, sempre achando que os militares eram verdadeiros assassinos.

  3. Ler esses 2 comentários, me fez rir litros por causa do excesso de ignorância, pois só um idiota que nunca pegou o “Plano de Reformas de Base” e viu que suas medidas em momento nenhum ameaçavam a ordem democrática ou o modo de produção capitalista, muito menos tem conhecimento que a esquerda brasileira na época estava dividida, além de esquecer misteriosamente que o grupo de 64 tentou dar golpes em 1954, 1955 e 1961 e não conseguiram, só pra terminar os militares tinham tanto apoio popular pós golpe que tiveram que fazer 3 AI’s em um ano e meio para impedir a oposição de ganhar as eleições de 65.
    Pessoas vamos fazer o favor de não tentar inventar coisas para legitimar esse erro da direita no Brasil, isso faz de vocês iguais ao pessoal de esquerda que não admite os erros de Maos e Stalins da vida.

    1. Antonio,

      “Ler esses 2 comentários, me fez rir litros por causa do excesso de ignorância, pois só um idiota que nunca pegou o “Plano de Reformas de Base” e viu que suas medidas em momento nenhum ameaçavam a ordem democrática ou o modo de produção capitalista,”

      E existe apenas a via legal para ameaçar “o modo de produção capitalista”? Não se pode, então, inserir na cultura uma mentalidade anticapitalista progressivamente?

      “muito menos tem conhecimento que a esquerda brasileira na época estava dividida,”

      Falsamente, como sempre. Na hora do vamos ver, juntar-se-iam contra o inimigo comum.

      ” além de esquecer misteriosamente que o grupo de 64 tentou dar golpes em 1954, 1955 e 1961 e não conseguiram”

      Isso porque não tinham respaldo contra Getúlio e JK, e porque o panaca do Brizola inventou de proteger o cunhado.

      “só pra terminar os militares tinham tanto apoio popular pós golpe que tiveram que fazer 3 AI’s em um ano e meio para impedir a oposição de ganhar as eleições de 65.”

      Qual oposição, a de Carlos Lacerda? Porque, do que eu saiba, os dois mais cotados para ganhar eram Lacerda e Kubitschek, caso este concorresse de novo.

      “Pessoas vamos fazer o favor de não tentar inventar coisas para legitimar esse erro da direita no Brasil, isso faz de vocês iguais ao pessoal de esquerda que não admite os erros de Maos e Stalins da vida.”

      Stalin, Mao, Ceausescu, Pol Pot, Milosevic et caterva, você quis dizer.

      1. “E existe apenas a via legal para ameaçar ‘o modo de produção capitalista’? Não se pode, então, inserir na cultura uma mentalidade anticapitalista progressivamente?”
        Sim pode, porem essa afirmação não é validade para o Governo Gular, alem disso isso faz parte do jogo democrático.

        “Falsamente, como sempre. Na hora do vamos ver, juntar-se-iam contra o inimigo comum.”
        MIMIMI não da XP filho!

        “Isso porque não tinham respaldo contra Getúlio e JK, e porque o panaca do Brizola inventou de proteger o cunhado.”
        Contra o Vargas só não aconteceu porque esse se suicidou minutos antes de ser deposto e gerou a maior comoção da história desse país. Contra o JK a sorte foi que o chefe do exército era um constitucionalista, ou seja eles não tinham a totalidade do poder militar, já no caso Jango, não foi o Brizola mais sim o Neves que deu a ideia do parlamentarismo para proteger o estado democrático de direito!
        Em 64 só não ouve uma guerra civil no país por causa da ideia do Jango que isso seria mil vezes pior do que um golpe, pois ele tinham apoio de um amplo setor das forças armadas, é só pegar e ver o tanto de chefes militares que forem depostos nos AI-1 e 2.

        “Qual oposição, a de Carlos Lacerda? Porque, do que eu saiba, os dois mais cotados para ganhar eram Lacerda e Kubitschek, caso este concorresse de novo.”
        Bem vamos analisar, tem o golpe, vem o AI-1 e retira de verdade o ex governo da política oficial e poe um militar que suspende as eleições para presidente, com isso os 2 citados vão para a oposição ao golpe, nesse momento as eleições pra governadores e prefeitos das capitais tão de pé, vendo então o avanço da oposição tem o AI-2 que manda mais algumas pessoas pra fora e junta o aliados ao golpe em um legenda só com o objetivo de impedir a vitoria da oposição, tem a eleição e os apoiadores dos militares perdem em 70% do país incluindo Sampa, Rio, Minas, RGS e Bahia, menos de uma semana depois vem o AI-3 e suspende esse eleição e nomia interventores para os estados e cidades de “importância nacional”.
        Tá mais claro agora que quem apoio o golpe se voltou contra os militares pois esses tinham uma plataforma própria de poder e não estavam nen ai para a população.

        “Stalin, Mao, Ceausescu, Pol Pot, Milosevic et caterva, você quis dizer.”
        Acho que fui bem claro! A esquerda saiu da guerra fria faz tempo, admitindo os erros dessas pessoas e tentando afastar a sua imagem desses monstros, isso infelizmente não vale pra direita que defende uma ditadura como se fosse a defesa da soberania do país e etc… Adoro esse discurso anti esquerda pois demonstra o quanto essas pessoas tem pouco apego as ideias democráticas, por isso racho o bico com coisas como “A direita defende a liberdade” menos é claro quando governos “de esquerda” ganham as eleições!

        Até

      2. “Sim pode, porem essa afirmação não é validade para o Governo Gular, alem disso isso faz parte do jogo democrático.”

        Não? Um nego cede a pressões de comunistas e não está ameaçando a democracia?

        “MIMIMI não da XP filho!”

        Nem XP nem paredón

        “Em 64 só não ouve uma guerra civil no país por causa da ideia do Jango que isso seria mil vezes pior do que um golpe, pois ele tinham apoio de um amplo setor das forças armadas, é só pegar e ver o tanto de chefes militares que forem depostos nos AI-1 e 2.”

        Só não houve guerra civil porque a esquerda foi pega de calças curtas, o que, ao fim e ao cabo, não fez a menor diferença na guerra cultura.

        “Tá mais claro agora que quem apoio o golpe se voltou contra os militares pois esses tinham uma plataforma própria de poder e não estavam nen ai para a população.”

        AHVÁ!

        “Acho que fui bem claro! A esquerda saiu da guerra fria faz tempo, admitindo os erros dessas pessoas e tentando afastar a sua imagem desses monstros,”

        Hein? Nego, cê tá sabendo que existe historiador stalinista a dar com pau, né? Maoísta, então, nem se fala.

        E foi claro, aliás, claramente ingênuo.

        “por isso racho o bico com coisas como “A direita defende a liberdade” menos é claro quando governos “de esquerda” ganham as eleições!”

        Quando eles ganham eleições como as do Chávez e do Maduro, aí tem de chiar mesmo.

      3. “Não? Um nego cede a pressões de comunistas e não está ameaçando a democracia?”
        Tá feia a coisa em! Como assim “cede a pressões de comunistas”? Para vc é simplesmente impossível que uma pessoa ache que o caminho para a sociedade atual possa ser o comunismo, assim como os liberais economicamente achem que a melhor opção é deixar nas mão do mercado? Não sei se vc sabe mais a Guerra Fria acabou faz quase 1/4 de século!

        “Nem XP nem paredón”
        PAREDÓN sempre dá né! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

        “Só não houve guerra civil porque a esquerda foi pega de calças curtas, o que, ao fim e ao cabo, não fez a menor diferença na guerra cultura.”
        Claro afinal pra “esquerda” (Que na sua opinião é completamente unida, porem vc se esquece que essa tem milhares de tons de vermelho assim com a direita tem milhares de tons de azul), alem de simplesmente esquecer que se ouve e se há no mundo países governados pela esquerda no qual as liberdades individuais foram e são respeitadas, alem de serem estados de direito com eleições democráticas! E pior foda-se que algumas dessas experiencias foram golpeadas pela extrema-direita, sendo essa que rompeu com as liberdades individuais e com a democracia.
        Alem é claro de achar muto legal vc não ter prestado atenção na minha fala e de não ter procurado os militares constitucionalistas no Brasil que foram depostos e suas unidades e equipamentos, ou seja vc tinham sim um grupo forte que estava em devesa da democracia no país.

        “Hein? Nego, cê tá sabendo que existe historiador stalinista a dar com pau, né? Maoísta, então, nem se fala.”
        E cabe a você saber a posição política de cada um e fazer uma leitura critica, ou seja procurar perceber até onde é pesquisa histórica e quando vira e se vira retorica política! Alem de que essa leitura critica serve também para autores conservadores e ortodoxos (No caso de economia), pois a separação entre pesquisa e ideologia é a coisa mais complicada que se há na ciências humanas, seja pra qual lado for.

        “Quando eles ganham eleições como as do Chávez e do Maduro, aí tem de chiar mesmo.”
        Venezuela é outro assunto pra outro dia não tenho tempo pra isso hoje.

      4. “Para vc é simplesmente impossível que uma pessoa ache que o caminho para a sociedade atual possa ser o comunismo, assim como os liberais economicamente achem que a melhor opção é deixar nas mão do mercado? ”

        Eu sei que é possível, tanto que eu mesmo cheguei a achar isso um tempo atrás. Só não acho possível “socialismo” e “liberdade”.

        ” Não sei se vc sabe mais a Guerra Fria acabou faz quase 1/4 de século!”

        Vai nessa. Conhece o Eurasianismo do Dugin?

        “alem de simplesmente esquecer que se ouve e se há no mundo países governados pela esquerda no qual as liberdades individuais foram e são respeitadas, alem de serem estados de direito com eleições democráticas!”

        Até quando?

        “E pior foda-se que algumas dessas experiencias foram golpeadas pela extrema-direita”

        Falar que os militares eram de extrema-direita é como falar que Stalin era de centro-esquerda.

        “E cabe a você saber a posição política de cada um e fazer uma leitura critica, ou seja procurar perceber até onde é pesquisa histórica e quando vira e se vira retorica política!”

        Sim. Só que isso prova que a esquerda não está tão fora da Guerra Fria assim.

        “Venezuela é outro assunto pra outro dia não tenho tempo pra isso hoje.”

        E papel higiênico, tá tendo?

      5. “Eu sei que é possível, tanto que eu mesmo cheguei a achar isso um tempo atrás. Só não acho possível “socialismo” e “liberdade”.”
        Leia sobre o Chile entre 1970 e 1990! O único momento de liberdade foram os 3 anos do socialismo! Pois os outros de 17 foram uma ditadura, que não por acaso foi o primeiro país a readotar as propostas de economia liberal pós 1929. Ou seja naquele caso Socialismo = Liberdade e Liberalismo Econômico = Ditadura. Ou seja vc não tem argumentos é só achismo.

        Até quando?
        Depende do país teve uns que caíram por golpes que deram origens a ditaduras de direita. (Brasil, Chile, Uruguai) outros que perderam as eleições e ganharam posteriormente, como os países social-democratas e trabalhistas da Europa e etc… Vc não tem um padrão! A nào ser o respeito dos governantes de esquerda ao regime democrático e as constituições locais.

        “Falar que os militares eram de extrema-direita é como falar que Stalin era de centro-esquerda.”
        Porque? Me de uma boa resposta calcada em elementos históricos e políticos.

        “E papel higiênico, tá tendo?”
        Bem como disse Venezuela é assunto para outro dia. Preciso estudar mais a história do país, para não sair por ai falando besteira sem pesquisa como muita gente fez na atual crise do país.

      6. “Leia sobre o Chile entre 1970 e 1990! O único momento de liberdade foram os 3 anos do socialismo! ”

        Peraí, mas o Allende não governou pelos trâmites democráticos? Como implantou o socialismo, então?

        E outra, 3 anos, zé mané? Nos 3 primeiros anos, até a URSS devia ter liberdade. Quero ver é quando a boca esquenta.

        “Pois os outros de 17 foram uma ditadura, que não por acaso foi o primeiro país a readotar as propostas de economia liberal pós 1929. Ou seja naquele caso Socialismo = Liberdade e Liberalismo Econômico = Ditadura. ”

        Não, sua mula. O Friedman só aceitou ser ministro do Pinochet porque acreditava que o liberalismo econômico seria a saída para a ditadura deixar o Chile, como foi mesmo.

        “Porque? Me de uma boa resposta calcada em elementos históricos e políticos.”

        Regime ultracoletivista e estatista até o dedo do pé, inclusive centralizando a economia. Se isso não for esquerda, nada mais é.

      7. “Peraí, mas o Allende não governou pelos trâmites democráticos? Como implantou o socialismo, então?”
        Dando uma de João sem braço? Ele governou pelos trâmites democráticos tanto que respeitou as decisões do congresso Chileno de quebra de seus vetos, sobre a segunda pergunta o processo de implantação do socialismo por meios democráticos foi barrado pelo golpe de 11 de Setembro. Como ninguém pode adivinhar o futuro, o que sabemos é que ouve um governo socialista democraticamente eleito e que manteve as liberdades individuais.

        “Não, sua mula. O Friedman só aceitou ser ministro do Pinochet porque acreditava que o liberalismo econômico seria a saída para a ditadura deixar o Chile, como foi mesmo.”
        KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK JENIO! Realmente vc precisa de aulas de historia pois O FRIEDMAN NÃO FOI MINISTRO DO PINOCHET! E eu não citei ele pessoalmente (acredite eu tenho um certo respeito pelas coisas que ele escreveu apesar de descordar) pois isso não me importa não trabalho do o economista, mais com as ideias dele, que olha só foram usadas lá de maneira mais profunda do que nos E.U.A. ou na Inglaterra.
        Alem disso quase a totalidade dos historiadores afirmam que a queda da ditadura de lá se deve muito a crise de 82/83 que fez os movimentos Anti ditadura tomarem corpo, tanto que apos esse momento se ouve uma série de greves a manifestações de rua o que levaram a desestabilização politica e ao surgimento de organizações anti ditaduras, que culminou na perda do plebiscito de 88. O mais legal de tudo é que esse momento 83 marca o fim do alinhamento total com as medidas liberais! Ou seja não foi o liberalismo que marcou o fim da ditadura Chilena!

        “Regime ultracoletivista e estatista até o dedo do pé, inclusive centralizando a economia. Se isso não for esquerda, nada mais é.”
        MIMIMI não dá XP Octávio! Preciso de uma resposta decente por favor.

    2. “Dando uma de João sem braço? Ele governou pelos trâmites democráticos tanto que respeitou as decisões do congresso Chileno de quebra de seus vetos, sobre a segunda pergunta o processo de implantação do socialismo por meios democráticos foi barrado pelo golpe de 11 de Setembro. Como ninguém pode adivinhar o futuro, o que sabemos é que ouve um governo socialista democraticamente eleito e que manteve as liberdades individuais.”

      Ou seja, ele NÃO implantou o socialismo, o que quer dizer que foi, no máximo, um governo de esquerda democrático. A pergunta, porém, permanece: Até quando?

      “MIMIMI não dá XP Octávio! Preciso de uma resposta decente por favor.”

      Não houve mimimi.

      Sobre o Chile, avisa teus amigos de esquerda então que o Friedman não aceitou, porque nego tá usando isso até hoje como argumento contra o liberalismo. E outra, o Pinochet realmente adotou medidas liberais, ou foi apenas fachada?

      1. “A pergunta, porém, permanece: Até quando?”
        Já respondi a historia fala até o golpe de 11 de setembro de 1973 quando ouve o golpe de direita comandado pelo Pinochet nào tem como fugir quem foi anti democrático no Chile não foi a esquerda mais sim a direita (Melhor a grande maioria dela).

        “Sobre o Chile, avisa teus amigos de esquerda então que o Friedman não aceitou, porque nego tá usando isso até hoje como argumento contra o liberalismo. E outra, o Pinochet realmente adotou medidas liberais, ou foi apenas fachada?”
        Bem e vc acha que não pego no pé do pessoal que fala essa merda! Vc ataca o Liberalismo Econômico mostrando que ele se deu muito bem com uma ditadura e a retorica de liberdade é fantasia, pois o eixo esquerda-direta não tem nada a ver com o eixo liberdade-autoritarismo. E os liberais ganhariam muito se fizessem esse separação! E com certeza foi o próprio Miltão admite isso.

  4. Antonio,

    (tragamos a conversa para cá porque tá ficando foda de responder os comentários por aí)

    “Já respondi a historia fala até o golpe de 11 de setembro de 1973 quando ouve o golpe de direita comandado pelo Pinochet nào tem como fugir quem foi anti democrático no Chile não foi a esquerda mais sim a direita (Melhor a grande maioria dela).”

    A pergunta persiste: A esquerda não foi anti-democrática por ideal ou por falta de tempo? Lembre-se, Stalin, Mao, Pol Pot e Milosevic tiveram bem mais tempo do que Allende.

    “Bem e vc acha que não pego no pé do pessoal que fala essa merda! Vc ataca o Liberalismo Econômico mostrando que ele se deu muito bem com uma ditadura e a retorica de liberdade é fantasia, pois o eixo esquerda-direta não tem nada a ver com o eixo liberdade-autoritarismo. E os liberais ganhariam muito se fizessem esse separação! E com certeza foi o próprio Miltão admite isso.”

    Mas é lógico que o liberalismo econômico não necessariamente implica liberdade individual. Ainda assim, a primeira pergunta resiste: Desde quando é possível associar “socialismo” (não falei em esquerda, falei em “socialismo”) e “liberdade” sem cair num paradoxo?

    1. “A pergunta persiste: A esquerda não foi anti-democrática por ideal ou por falta de tempo? Lembre-se, Stalin, Mao, Pol Pot e Milosevic tiveram bem mais tempo do que Allende.”
      Não dá pra adivinhar e acho que no caso do Allende a força da ideia democrática era muito forte, tanto que 2 semanas antes do golpe ele pediu uma intervenção de um setor do exército favorável ao seu governo no legislativo, perdeu e aceitou a derrota na questão, alem disso nenhum dos regimes por você citado tinha um antecedente democrático estabelecido, isso não é uma desculpa para as ações desses ditadores porem é algo importante a ser pensado quando trata do assunto.

      “Mas é lógico que o liberalismo econômico não necessariamente implica liberdade individual. Ainda assim, a primeira pergunta resiste: Desde quando é possível associar “socialismo” (não falei em esquerda, falei em “socialismo”) e “liberdade” sem cair num paradoxo?”
      Então Octávio porque os liberais economicamente insistem e colocar esse padrão de direita defensora da liberdade, sendo que só é possível ocorrer a liberdade através da liberdade econômica?
      E não é impossível o socialismo prega a socialização dos modos de produção, pois nessa visão em certo ponto da historia uma pessoa a força assumiu os “meios de produção” para si. Basicamente a ideia é que originalmente os “meios de produção” era divididos igualmente ou seja a socialização não seria um ataque a liberdade pois a privatização em si foi um ataque a liberdade. O Socialismo não prega a abolição da vida privada e as relações subsequentes a essa mais sim a do fim do modo de produção privado.
      OBS: Socialização é diferente de estatização, tem grupos de esquerda que defendem que a socialização se de por meio de sindicatos por exemplo, ou seja não passando pelo estado.

      1. “Não dá pra adivinhar e acho que no caso do Allende a força da ideia democrática era muito forte”

        Acho? Então é no achismo?

        ” alem disso nenhum dos regimes por você citado tinha um antecedente democrático estabelecido, isso não é uma desculpa para as ações desses ditadores porem é algo importante a ser pensado quando trata do assunto.”

        Concordo, mas é necessário pensar, também, em se um regime socialista, por si, pode ser conciliado com democracia, e a resposta é não. Ponto.

        “Então Octávio porque os liberais economicamente insistem e colocar esse padrão de direita defensora da liberdade, sendo que só é possível ocorrer a liberdade através da liberdade econômica?”

        Porque são cretinos ou porque, sei lá, talvez, mas apenas talvez, a economia tenha sido um fator decisivo para a obtenção de muitas liberdades.

        “E não é impossível o socialismo prega a socialização dos modos de produção, pois nessa visão em certo ponto da historia uma pessoa a força assumiu os “meios de produção” para si.”

        Sim, é impossível, pois seria necessário aceitar, sem questionamento, a visão socialista de sociedade. Socialismo, como qualquer coletivismo, não é passível de questionamento para seus adeptos.

        “OBS: Socialização é diferente de estatização, tem grupos de esquerda que defendem que a socialização se de por meio de sindicatos por exemplo, ou seja não passando pelo estado.”

        Continua sendo um ultracoletivismo, e a direita continua não sendo tão estatista quanto os militares.

      2. “Acho? Então é no achismo?”
        Quando não se tem base histórica factual (Ou seja quando um processo terminou no meio, como esse) é a unica coisa que podemos fazer, supor. Ou seja essa é mais o a minha opinião mesmo, pois como disse mil vezes antes o fato foi que um regime de esquerda democrático foi deposto por uma direita autoritária.

        “Concordo, mas é necessário pensar, também, em se um regime socialista, por si, pode ser conciliado com democracia, e a resposta é não. Ponto.”
        Discordo plenamente! Alem de que vc tacou uma afirmação ao leu sem nenhum tipo de introdução e argumentos, e não dar uma pergunta já com resposta! Afinal isso não gera nenhum tipo de conhecimento ou debate construtivo.

        “Porque são cretinos ou porque, sei lá, talvez, mas apenas talvez, a economia tenha sido um fator decisivo para a obtenção de muitas liberdades.”
        Bem até o ponto que sei a maioria das liberdades que temos vieram de lutas politicas sejam de direita ou esquerda, não concordo em dar um peso tão grande a economia (Tanto que critico muito o Marx nesse ponto.) apesar é claro de ela ter sua influência.

        “Sim, é impossível, pois seria necessário aceitar, sem questionamento, a visão socialista de sociedade. Socialismo, como qualquer coletivismo, não é passível de questionamento para seus adeptos.”
        KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK AH! E de novo a fase pronta sem formulação histórica em bases factuais! Realmente tá feia a coisa pra vc. Vc pega uma afirmação pronta e dai busca bases para tornar essa afirmação válida, sério parece até os historiadores soviéticos!

        “Continua sendo um ultracoletivismo, e a direita continua não sendo tão estatista quanto os militares.”
        Coletivismo porem sobre que bandeira? Coletivismo é anti liberal sim, porem não anti direita, desde que ele sirva ao objetivo de manter o modo de produção capitalista nas mãos de uma pequena elite econômica ele pode sim ser considerado “direita”, como disse a esquerda tem a ver com a socialização ou a tentativa de socialização dos meios de produção! Nen parece que vc leu Marx na vida ele deixa isso bem claro! Alem de que a maioria dos economistas ao tratarem o momento histórico (Incluindo os liberais) falam que a politica econômica foi “de direita” (NÃO LIBERAL) porem a direita!
        OBS: Direita não é só liberalismo econômico tá filho, isso é a lição básica de qualquer livro de introdução econômica seja de quer vertente for.

      3. “Ou seja essa é mais o a minha opinião mesmo”

        Tô percebendo

        “Bem até o ponto que sei a maioria das liberdades que temos vieram de lutas politicas sejam de direita ou esquerda, não concordo em dar um peso tão grande a economia (Tanto que critico muito o Marx nesse ponto.) apesar é claro de ela ter sua influência.”

        Peso que eu não dei. Ponto.

        “KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK AH! E de novo a fase pronta sem formulação histórica em bases factuais! Realmente tá feia a coisa pra vc. Vc pega uma afirmação pronta e dai busca bases para tornar essa afirmação válida, sério parece até os historiadores soviéticos!”

        Leia o Manifesto Comunista e veja se aquilo, se questionado, pode se manter vivo.

        “Coletivismo porem sobre que bandeira? Coletivismo é anti liberal sim, porem não anti direita, desde que ele sirva ao objetivo de manter o modo de produção capitalista nas mãos de uma pequena elite econômica ele pode sim ser considerado “direita””

        Se é corporativista, é de mentalidade anticapitalista e, por corolário, não pode ser capitalista. Além disso, centralizar a economia nas mãos do Estado é, e sempre foi, esquerdismo. Fim.

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