A cultura de estupro em 50 tons de… vermelho

Sempre que há um caso de estupro, como a recente barbárie envolvendo 33 excrementos contra uma moça no Rio de Janeiro, vemos os crápulas da esquerda totalitária brasileira emplacando, contra um direita burra e retranqueira, a narrativa de que a principal culpada por esse tipo de crime é, na verdade, a cultura de estupro criada pela sociedade patriarcal para oprimir as mulheres.

Invariavelmente, os babacas puritanos da direita se concentram em negar o fato de que existe, sim, uma cultura de estupro no Brasil. Os verdadeiros responsáveis por ela, na verdade, são justamente os que mais dizem combatê-la, isto é, são os mentirosos morais da esquerda brasileira.

São esses canalhas, afinal, que instrumentalizam o crime e que, ao relativizá-lo e ao lutarem por penas mais brandas enquanto desviam o foco com safadezas discursivas do pior tipo, como “menos cadeias, mais escolas” ou, pior ainda, “só o negro e o pobre serão presos”, deixam mulheres, negros, gays e várias outros grupos minoritários à mercê das maiores atrocidades e dos maiores atentados contra a vida e a dignidade humanas.

São esses imundos, afinal, que bradam contra a possibilidade de legítima defesa por parte das próprias vítimas, vomitando desculpas canalhas e apostando em uma futurologia cretina com absurdos como “se liberarem as armas, isso aqui vira filme de faroeste americano” e “se o brasileiro tiver arma em casa, até briga de trânsito será pretexto para matar”.

São esses lixos humanos, afinal, os campeões em culpabilizarem a vítima de crime pela agressão sofrida, sendo até surpreendente que ainda não tenham se aventurado a defender figuras como Suzane von Richthofen e o casal Nardoni depois de terem defendido do modo mais asqueroso possível figuras tão abjetas como o estuprador Champinha e de terem relativizado até mesmo os atos do PCC e do Comando Vermelho como mera “reação do oprimido contra o opressor”.

É, em suma, essa a verdadeira cultura de estupro, essa que aparece não em 50 tons de cinza, mas em 50, em 500, em 5000, enfim, nos mais variados tons de vermelho.

É a esquerda, enfim, mantendo-se fiel com louvor à sua tradição genocida, utilizando-se, desta vez, não apenas da violência como meio de obter poder, mas também da mentira moral e da canalhice institucionalizadas.

Octavius é professor, graduando em Letras, antiolavette e polemista medíocre. Será que é tão difícil assim para a direita escrever textos simples e diretos como o artigo acima?

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