Sobre o Autor

Octavius tem 23 anos, é graduado em Letras, ateu, apolítico e amante da Filosofia Política, do debate e, principalmente, da polêmica. Considera a leitura dos clássicos e o trabalho como duas ótimas maneiras para se começar a entender melhor o mundo que nos cerca.

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26 comentários

  1. Acho um pecado indicarem um lixo desses em meio a tantos outros blogs interessantes.

    De qualquer forma, sempre busco ver o que as pessoas estão produzindo, já que a net, a princípio, parece estimular “uma certa criatividade” tal é, aparentemente, a liberdade que a caracteriza.

    Sempre é gratificante ler bons textos, conhecer opiniões bem construídas e tal….mas….o que vejo aqui, desculpe-me, é uma coletânea mal e porcamente pinçada do que pior se tem produzido, culturalmente (sic), nesse país nos últimos anos.

    Bom, parece-me, também, que há uma propaganda enganosa nesse site….que se autodenomina….apolítico…..talvez a ideia fosse apocalíptico e algo deu errado….rs

    Pelo menos temos duas conclusões inequívocas: a audiência desse canal é digna de sua qualidade e 20 anos de vida, ainda que a arrogância seja enorme, sinaliza esperança de aprendizados por vir.

    1. Luiz,

      Agradeço pelo comentário. Afinal, não são muitas as vezes em que posso dialogar com um leitor que mostra já de cara que leva a idade de quem está escrevendo como um argumento, como se um dos maiores gênios da história da China não tivesse morrido aos 13 anos e, pior ainda, como se a verdade de uma proposição estivesse relacionada à idade do proponente. Sinceramente, já de cara se percebe que sujeitos do seu tipo são os que mais dão argumentos para a esquerda brasileira, visto que perpetuam um pensamento retrógrado que está perdendo, e não ganhando, força entre as pessoas. Aposto, também, que se eu fosse gay ou usasse drogas você também viria aqui com más críticas, apenas mudando o argumento, digo, a falácia a ser usada (viria, desta vez, com um ad hominem puro e simples, que é só o que gente da sua laia sabe fazer).

      Sobre bons textos e opiniões bem construídas, eu até concordaria se os leitores começassem a cobrar isto de mim… se eu tivesse me comprometido com esse tipo de escrita. Veja, o que procuro neste blog não é, de maneira alguma, impor ao leitor verdades, mas apresentar-lhe um ponto de vista que não conhecia ou que sequer havia cogitado ser possível sobre os assuntos. Declaro-me apolítico, aliás, exatamente por isso: por não me comprometer em reproduzir as bobagens da direita imbecil ou as cretinices da esquerda raivosa. A única coisa com que me comprometo é trazer ao leitor, da forma mais honesta possível, o que penso sobre um assunto, não de forma a torná-lo meu seguidor fanático (afinal, fosse esse o meu objetivo, meu nome seria Olavón, não Octavius), mas para promover com esse mesmo leitor o diálogo e, juntos, conseguirmos chegar, se não à verdade, a um consenso razoável. Se isso não lhe agrada, paciência: não leia este blog e vá ler, como você mesmo chamou, “tantos outros blogs interessantes”.

      Por fim, sobre conclusões, não sei quanto aos outros leitores, mas eu mesmo só consegui chegar a uma conclusão inequívoca: a de que você é um boçal de marca maior. Se minha arrogância (que, aliás, nunca neguei) nesta resposta lhe pareceu, novamente, excessiva, lamento, mas “what you see is what you get”.

      Abraços cordiais,
      Octavius

      1. Não conheço a treta, deve ser antiga, porém digo que há um erro no seu pensamento, qualquer um que se proponha a escrever sobre o tema acredita estar certo sobre o que fala, acho que é o primordial.

      2. Caro Octavius, seja prudente em seus conceitos pois paralela a sua arrogância caminhará também sua desgraça. Somos em matéria finitos. Fique atento ao que semeia. Boa sorte na vida e muita saúde a você e aos seus. Forte abraço!
        José Carlos

      3. José, what you see is what you get. E, pelo modo de falar, creio que se refere à questão religiosa, certo? Se for, a única resposta que posso lhe dar não é muito publicável, e olha que eu evito ao máximo me censurar e censurar comentários. Antes de digitar essa merda que você digitou, deveria pensar um pouco mais se eu estaria sequer interessado nessa patacoada toda.

        Abraços,
        Octavius

  2. Caro Octavius, agradeço seu retorno simpático, aliás como já era de se esperar. Invejo veementemente sua linha de raciocínio pois certamente jamais possuirei uma igual. Realmente você é extraordinário. E quanto ao retorno de mais esta patacoada, reserve-se ao luxo.

    Abraços,

    José Carlos

      1. Muito bom Octavius … matou a pau! Sua indigência mental é gratificante. Já que vc considera-se tão foda, porque submeter-se então a um método robótico de ensino chamado “Letras”. Mas tenho que admitir que “quadrúpede” foi ótimo … He, he, he! Realmente talvez eu o seja, porém certamente terei mais acompanhantes!

        Sabe do que mais? Chega de agressões pois não chegaremos a lugar algum assim, somente estarei também atestando a minha “indigência mental”.

        Agora é sério Octavius, meu respeito sincero e…

        Aquele fraternal abraço!

        José Carlos

      2. O seu caso não é nem de indigência mental, mas de indigência moral, José troll Carlos. Para ser indigente mental, você teria de no mínimo ter um mínimo de caráter e semancol.

        Adiós, palhaço.

    1. Ih, ganhei um troll de estimação. De onde você vem, João Fernandes? Conte-nos um pouco mais, rapaz.
      Enfim, sim, defendo as teses que me convém. Defenderia que outras, oras? Quer que eu defenda as teses que ferrariam a todos, é isso? Quer que eu defenda a estatização dos meios de produção ou alguma bobagem comunista do gênero, é isso? Ou está entre os Bolsolovers?

      Peace, man.

  3. Esse rapaz é apenas um jovem babaca e egocêntrico que expões sua opinião achando que é a unica viável e correta, mas não enxerga sua imaturidade e desejo de reconhecimento como alguêm que não é e com essa linha de raciocínio nunca será

    1. Rapaz, fiquei até tocado com tamanhos elogios. Provavelmente João é dessas pessoas que acham que realmente existe alguém que defenda as próprias opiniões sem achá-las as únicas corretas ou, no mínimo, as mais corretas. Deve ser mais um progressistinha relativistinha babaquinha de quem só se pode falar usando diminutivos, posto que deve ser dono de uma inteligência diminuta e que não deve conseguir escrever o que quer que seja sem tropeçar no moralismo indecente ou no torpe politicamente correto.

  4. Parabéns Octávius, suas opiniões expressam ar de verdade de como vivemos na sociedade em que estamos inseridos e são extremamente sensatas ao ver de quem tem a capacidade de compreende-las, ganhou um grande admirador.

  5. Olá, Octavius. Descobri seu blog recentemente e já me tornei fã. Os desmascaramentos que você e o Luciano Ayan fazem das artimanhas dos coletivistas têm sido inestimáveis para minha compreensão da realidade.

  6. Sério mesmo que você colocou o nome do seu blog de “apolítico”?

    Você não é apolítico nem aqui e nem na China.

    Seu cinismo parece do Eli Vieira que quer pagar de isentão, mas é claramente um social-democrata progressista.

    No seu caso você é um liberal parecido com o Luciano Ayan, mas ele não tenta esconder o que é.

    Blog regular, mais para bom do que para ruim.

  7. Gostei muito dos posts
    Da pra perceber, por certos termos utilizados, que você também é leitor do Luciano Ayan.

    E de fato, uma coisa que me intriga muito é justamente a “inépcia politica” da direitista.

    Esquerdistas militantes (não os pensadores), por mais que possuam uma inépcia logica e racional muito grande (coisa igualmente comum nos direitistas), são experts em política. Já, entre os direitistas, é algo demasiadamente comum velos cometendo suicídios políticos. Mas fazem isso de maneira tão profissional (com sinal negativo), que não consigo simplesmente aceitar que “nasceram assim”. Qualquer pessoa, com o mínimo de noção de como a realidade funciona, sabe essas ações estão ajudando o seu adversário.

    Minhas teorias são:
    1) A baixa qualidade da educação brasileira, que os torna analfabetos funcionais; somado a uma doutrinação direitista mal feita (pois só conseguem entender 40% do que o seu doutrinador diz)
    2) Um estado de catarse reverso. Uma espécie de “possessão” causado pelo inconformismo com a realidade de que a esquerda é hegemônica (a realidade é cruel, logo ela está errada).
    3) Ao questionarem o status quo de esquerda, se tornaram também pessoas vulneráveis a teorias da conspiração. E isso, por consequência, os descolaram da realidade.
    4) Efeito manada, provocado por formadores de opinião esquizofrênicos. Aka messianismo…

    Infelizmente nenhuma me convence realmente. O que você acha?

    Diferentemente da inépcia racional esquerdista que é extremamente simples de entender:
    * a educação baixa que não nos incentiva a questionar, e sim aceitar (aka: falácia do apelo a autoridade é uma lei) PLUS * em geral são pessoas que prezam mais pela emoção do que pela razão (aka pessoas que tem dificuldade em lidar com coisas exatas) PLUS * ser de esquerda é cool (aka: alívio moral e social).

    ps: o ponto (3) é comum de ser observado também em esquerdistas que chamam o PT de neoliberal.

    1. Erandur,

      1- Obrigado pelo comentário
      2- Sim, sou leitor de Luciano Ayan e, imagino, você chegou até aqui por meio da divulgação dele.
      3- Acho que o problema da direita é uma mistura de pouco entendimento sobre a guerra política com um puritanismo hipócrita. Talvez, algum dia, eu articule essas ideias em um post, se é que já não o fiz em algum dos posts mais recentes.

      Abraços,
      Octavius

    1. Obrigado, Michel. Curiosamente, eu deixei a esquerda justamente no primeiro semestre de faculdade, ironia das ironias. Ainda assim, não espere altas doses de direitismo por aqui, já que, como você já deve ter notado, deixar de ser de esquerda não me tornou simpático com a direita.

      Abraços,
      Octavius

  8. Meu caro Octavius, gostei do texto e concordo plenamente, se possível e se tens conhecimento do livro NEM MARX NEM JESUS, de Jean François Revel gostaria muito de ler um resumo do livro, grato, Antonio Sátyro.

    1. Antônio,

      Primeiro, agradeço pela audiência.
      Segundo, não conheço essa obra, mas o título não me cheira bem. Pode ser, porém, que, depois de outros projetos que tenho no momento, me interesse por essa leitura.
      Terceiro, pô, cara, como se concorda plenamente com uma descrição autoral? 😛

      Abraços,
      Octavius

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