Karl Marx

De como voltei ao esquerdismo graças ao Pragmatismo Político e ao Diário do Centro do Mundo

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Amigo leitor, deves ser tão bem memoriado de tão leitor e tão leitor de tão bem memoriado a ponto de se lembrar que, alguns posts atrás, te prometi contar sobre como se havia dado o meu processo de evasão das fileiras da esquerda, o que ocorreu há mais ou menos dois anos. Entretanto, de repente e não mais que de repente, depois de escrever conto de fadas antiesquerda, depois de ridicularizar figuras como Leonardo Sakamoto e Cynara Menezes, depois de até mesmo “recortar” livros de Lobão e Nelson Rodrigues, dois dos mais notáveis membros da direita hidrófoba deste país, devo confessar-lhes que fui arrebatado, religiosamente falando, após ler um dos posts mais recentes do Pragmatismo Político, extraído do Diário do Centro do Mundo, em que o brilhante Kiko Nogueira nos expõe toda a hipocrisia e a inépcia desses que se dizem “a nova direita brasileira”.

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Teste de cegueira ideológica 2

Após o retumbante fracasso de alguns dos meus leitores no primeiro destes testes, em que a resposta certa era obviamente o filósofo húngaro Tzvetan Todorov, resolvi aplicar este segundo, desta vez com um livro mais famoso, apesar de apenas mais ou menos famoso.

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Eu, Apolítico – Ensaio sobre a não-resolução de problemas políticos (Ou: Por que sou Apolítico?)

Muitos dos meus leitores, senão todos, diversas vezes me questionam sobre o porquê de eu me declarar um Apolítico, baseando-se, em especial, no argumento de que ou a apolitização é impossível (pois qualquer ato seria político), ou é uma tolice sem tamanho, pois, platonicamente falando, isto forçaria o apolítico, por definição, a aceitar ser governado por qualquer mula, até mesmo por Sakamotos, Sáderes, Duvivieres e outras mulas stricto sensu.

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