Olavettes

Das mentiras que ninguém quer que você saiba que são verdades

“O problema não é ser, ter sido ou vir a ser de esquerda em algum momento da vida. O problema é nada ter aprendido com isso.”

“Nada mais liberal do que um comunista na oposição; nada mais conservador do que um comunista na oposição.”

“Onde há fumaça há fogo. Onde há um brasileiro há ditos populares de quinta categoria.”

“Quem cala, consente (sic). Quem põe vírgula entre sujeito e predicado como na frase anterior (e acha que está certo) também consente, mas em não mais encher o saco dos outros com gramatiquices.”

“A diferença entre o brasileiro médio e o direitista médio é que, até o momento, o brasileiro ainda não se mostrou propenso a crer em contos de fadas.”

“Deve-se agir com o nacionalismo e com o amor da mesma forma: o sentimento até pode existir, mas é necessário que se evite fazer merda em seu nome.”

“Para saber por que o politicamente correto é uma religião, é só perguntar ao religioso médio o que deveria acontecer a quem satiriza seus ídolos. Os politicamente corretos da direita, os olavettes, também contam neste caso.”

“Aos inimigos, a ‘polêmica’. Aos amigos, o ‘senso crítico’. A mim, o outro lado da rua é, para os ‘amigos’, a serventia da casa.”

“Esfinges são só mulheres sem segredos.”

“Envelheçam! Envelheçam depressa! Mas não a ponto de negarem a realidade falando em ‘complexo de vira-lata’.”

Octavius é professor, graduando em Letras, antiolavette e polemista medíocre. Garante que, entre os inimigos, certamente seu codinome não é “beija-flor”. Pergunta-se se os politicamente corretos da direita passarão a encher seu saco depois deste post.

Notas Mensais – Junho 2014 – Julho 2014

Devotos de um vigarista – O retorno

Você percebe que Marx influenciou excessivamente as ciências humanas quando vê que, para justificar o método de análise histórica que cria com o “18 de Brumário”, argumenta que pessoas, usando o método anterior, falharam em fazer uma análise justa. Detalhe 1: Pessoas falhando em aplicar um método não significa que o método é falho. Detalhe 2: Marx não dá UMA MÍSERA LINHA de espaço para aqueles aos quais está se opondo, quem dirá refutá-los.

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Crítica à religião que mais cresce no Brasil: o Olavismo

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(Aviso: Antes de vir fungar em minha carótida, caro amigo olavette, quero aqui deixar claros o meu respeito e a minha admiração pelo pensamento de Olavo de Carvalho, do qual divirjo em pontos periféricos e que não abordarei aqui, ao menos não em detalhes. Minha crítica, então, direciona-se única e exclusivamente a vós, e não ao maior filósofo do hemisfério. Se ainda quiserem, depois de isto ser esclarecido, falar que tenho a pretensão de “refutar Olavo”, favor ler os seguintes posts, entre os quais os dois primeiros foram divulgados, há algum tempo, pelo próprio Olavo, e o terceiro foi divulgado há mais ou menos um ano por Flávio Morgenstern, um aluno de Olavo (e, portanto, definitivamente alguém que não quer “humilhar o Olavo de Carvalho”:

Manifesto Jaaviano contra Olavo de Carvalho e outros arrogantes, inconsistentes, desonestos intelectuais e “fechados à diversidade da experiência humana e da realidade que nos constitui” / O Mínimo que Bernardo Lopes precisa saber para não ser um Idiota – O show de falácias de um Lanterna Verde / Eu, Apolítico – Ceticismo x Academia (Ou: Por que desconfiar de Renato Janine Ribeiro et caterva) /

E, caso queiram mais evidências disso, consultem a tag Olavo de Carvalho neste blog)

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